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Orgulho e Preconceito por Jane Austen

Post por: | Em: Resenhas
29/03/2010

Orgulho e Preconceito da Jane Austen foi o livro escolhido para o mês de março do Desafio Literário, que teve como tema: Clássico da Literatura. Para ver toda a lista você pode conferir o post.

Nunca havia lido algum livro da Jane Austen, o que me fazia muito curiosa já que tanto se falava em suas obras. Escolhi Orgulho e Preconceito exatamente pela ligação com um livro que eu simplesmente adoro, que é O Diário de Bridget Jones. Onde o personagem Mark Darcy de Hellen Fielding, é inspirado em Mr. Darcy do clássico de Jane Austen.

A chegada de dois jovens, o rico e promissor Charles Bingley e seu amigo, o altivo e ainda mais rico Fitzwilliam Darcy à vila de Longbourn causa um grande alvoroço entre as moças da região. Especialmente na família Bennet, cujas cinco filhas, entre elas a bela Jane, a sensata Elizabeth, a culta Mary, a imatura Kitty e a desvairada Lydia que foram criadas com um único propósito na vida: encontrar um bom marido. Tudo que elas desejam são os intermináveis compromissos sociais, bailes e jantares…

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Na minha caixa de correio(#2)

Post por: | Em: Na minha caixa de correio
28/03/2010

Olá queridos! Trago mais um post em vídeo. Desta vez é a seção Na minha caixa de correio, em que eu falo de todos os livros que recebi durante a semana. Livros comprados, para resenhas, trocas, presentes… enfim. Todos!

O vídeo ficou com uma melhor qualidade e eu me “soltei” mais, porém, falei rápido demais! Eu estava parecendo narrador de jogo de futebol. Só faltou eu gritar: “GOOOL!”. Ok, sem mais brincadeirinhas…


Livros:

  • Anaid e o Clã da Loba por Maite Carranza
  • Escola de Espiãs por Ally Carter
  • Delírios de Consumo de Becky Bloom por Sophie Kinsella
  • Mentes Roubadas por Roberto Campos Pellanda
  • Para uma garota vencedora por Cristina Alermany
  • Valentina – A Festa por María Victoria Gasparini
  • Para uma garota mágica - Mariángeles
  • Coração partido por Diane Matromarino
  • Só para garotas por Ashley Rice
  • O livro dos seus Quinze Anos por Antonio Mateo Allende
  • Só para o meu amor por Ashley Rice
  • As 100+ por Nina Garcia
  • Grau 26 por Anthony E. Zuiker

Entrevista: Roberta Polito

Post por: | Em: Entrevistas
27/03/2010

É um prazer que trago a primeira entrevista do blog, com uma autora brasileira!

Roberta Polito

Livro de estreia:

Amores Incertos

Duas mulheres lutam pelo amor em busca de um companheiro que tenha um pouco de romantismo. Essa situação, tão comum ao longo dos tempos, ganha contornos diferentes em Amores Incertos, que retrata o mundo moderno em que mulheres assumem novos papéis, enquanto homens se mostram mais inseguros. Família, jogos psicológicos, paixão e estabilidade marcam esta história que reflete sobre homens e mulheres da atualidade. Um romance com o qual irá se identificar e terá a oportunidade de conferir como tem levado sua própria vida.

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Garota it: Como você começou a escrever? Era um sonho se tornar escritora?
Roberta Polito: Era um sonho, mas bem recente. Sempre me expressei melhor escrevendo, mas nunca de uma forma mais profissional. As coisas aconteceram rapidamente. Há exatamente um ano, comecei escrevendo alguns contos, que circularam pela família e amigos.

Conte-nos como foi o processo de escrita do livro Amores Incertos, e como foi ter o livro publicado. Foi difícil encontrar uma editora?

Meu pai é escritor, mas não de ficção. Quando ele leu os contos, ficou entusiasmado e enviou o material para um editor, que deu várias sugestões, fez críticas com as quais eu concordei e o trabalho evoluiu muito. Um dos contos virou romance. O editor gostou, mostrou a outro editor da Editora Europa e eles quiseram publicar. Foram várias versões feitas até chegar na final. Um duro trabalho… Eu tinha a história praticamente pronta, mas a principal mudança foi o modo como ela foi contada. Um estilo que mistura duas narradoras e outros recursos.

Os personagens do livro foram inspirados em alguém que você conheça?

Somente alguns nomes, histórias e características. Mas nenhum deles é inteiramente alguém que eu conheça.

Porque a escolha da Itália como cenário?
Sou apaixonada pela Itália e, se era para descrever um lugar como cenário de um romance, não tive dúvidas. Como eu passaria muito tempo pesquisando algumas cidades, optei pelas que eu mais gosto, como Florença e Veneza. Além disso, as cidades italianas têm pintura, escultura e arquitetura riquíssimas, ideal para ilustrar as aulas de arte do Luca, o professor italiano.

Escritores brasileiros tem uma certa dificuldade para se firmarem no mercado editorial nacional, como você encara essa situação?
Antes de publicar o livro, eu já sabia de todos estes problemas. Não é fácil mesmo. As livrarias ainda preferem comercializar romances traduzidos e nossa cultura de leitura prestigia um número muito pequeno de escritores brasileiros. Estou curtindo cada conquista desse processo, exatamente por este motivo.

Além de Amores Incertos você tem mais alguma obra de sua autoria? Ou, está em processo de escrita de algum outro livro?
Amores Incertos foi a primeira obra. Estou no momento escrevendo a segunda.

Quais seus autores e gêneros preferidos de leitura?
Eu leio de tudo! Gosto muito de romance, mas também de Edgard Allan Poe e Kafka, por exemplo. Gosto de textos com senso de humor, romantismo e um certo suspense.

Muito Obrigada pela entrevista, gostaria de deixar alguma mensagem para seus leitores e futuros leitores?
Gostaria de convidá-los a esta leitura, que, ao mesmo tempo que é leve e divertida, é intrigante e tensa. Coloquei um pouco das minhas observações e experiências pessoais neste trabalho, que, para mim, é muito especial.

Filme – Whip It

Post por: | Em: Cinema
24/03/2010

Primeiro de tudo Ellen Page, passou a ser minha atriz favorita junto com Anne Hathaway. Fato. Então, quanto ao filme… Com Ellen Page e Drew Barrymore (Direção) no elenco, tinha que dar certo.

Whip it é a adaptação para o cinema do livro Derby Girl da Shauna Cross, e levando em consideração todas as adaptações que eu já vi, essa é uma das melhores. Porém, concordo com a Cherry_b do Nem um pouco Épico, algumas coisas mudaram e outras ficaram bem diferentes da descrição do livro.

Bliss some, não tem tanta expressão no filme. Não vejo como algo ruim, já que o que tinha que fazer a Ellen Page fez. Acho que foi uma coisa mais do roteiro do filme, do que atuação da Ellen. No filme inverteram ordem dos fatos, excluíram alguns e inventaram outros. Algo típico de adaptações.

Adorei a atuação do pai e mãe da Bliss, ficou tão legal a forma como ela quer a filha seja uma coisa, mas ela mesma esconde o vício em cigarros. Hipocrisia? hum…

Enquanto a escolha das atrizes para o núcleo Roller Derby foi um máximo, eles com certeza viajaram na escola do ator como Oliver. Ele era muito feio e nada a ver com a descrição do livro. Um completo 0 (zero). Ele não tem carisma, não tem simpatia e eu não sei porque sempre imaginava ele moreno (não lembro se no livro ele é moreno ou não). Eu imaginava um “garoto de banda” bem diferente desse que colocaram no filme.

Enfim, as cenas de Roller Derby foram de tirar o fôlego, e caramba, elas brigam mesmo! UAU.


Recomendo a todos \o/