Elixir por Hilary Duff (e Elise Allen)
Elixir das autoras Hilary Duff e Elise Allen
ISBN: 9788516070717
Editora: iD
Ano de publicação: 2011
Páginas: 280
Classificação: 1/5
Onde comprar: Livraria Saraiva
Clea Raymond sentiu o brilho dos holofotes a vida inteira. Ela é filha de um renomado cirurgião e um proeminente político de Washington DC. Cresceu e se tornou uma talentosa fotógrafa para jornais que se refugia em uma carreira que lhe permite viajar para as regiões mais exóticas do mundo. Mas depois que o pai de Clea desaparece durante uma missão humanitária, imagens estranhas e sombrias de um homem bonito começam a aparecer em suas fotos — um homem que Clea nunca havia visto antes. Quando o destino leva Clea e este homem, ela fica atordoada com a ligação imediata e poderosa entre ambos. Conforme mais se aproximam, mais são empurrados para dentro do mistério por trás do desaparecimento do pai de Clea, e acabam descobrindo a verdade guardada a séculos sobre a sua ligação intensa. Envaredados em um triângulo amoroso perigoso e assombrado por um segredo poderoso que detém os seus destinos, juntos, eles correm contra o tempo para desvendar seus passados, a fim de salvar suas vidas — e seus futuros.
Terminei de ler esse livro há 20 minutos (e essa resenha só vai ao ar bem depois). Corri para escrever a resenha, pois os comentários que eu gostaria de fazer estariam fresquinhos na memória.
Eu não imaginava e não esperava muita coisa de Elixir. Li algumas resenhas positivas, mas como não gosto de ler resenhas de livros que tenho que avaliar, eu fixei na memória poucas observações. E mesmo que não tivesse grandes expectativas o livro conseguiu me decepcionar.
A trama me lembrou muito a série Os Imortais, sendo que achei a história criada pela autora Alyson Noël bem mais convincente. E olha que ela já deu umas boas viajadas e colocou coisas mirabolantes nos livros. Elixir conseguiu ser ainda mais sem noção.
O livro não conseguiu me prender desde o início. A leitura é maçante, pois a protagonista – Clea – adora ter devaneios e conversar consigo mesma. A narrativa caminha a passos lentos e com indícios de rumar para algo bem diferente. Porém, acontece algo um tanto misterioso, e quando há suspense as coisas tendem a caminhar para algo mais interessante. Foi isso que me estimulou a continuar a leitura. Onde eu ficava pensando: “Uau! Isso é legal, deve vir algo realmente muito bom agora!”. Mas a partir dessa faísca de esperança as coisas simplesmente se perdem no caminho. Acontecem coisas loucas e sem explicação, e a cada página você pensa que aquilo talvez se ajeite e que isso tenha alguma explicação razoável, mas vai ficando cada vez pior.
Ao terminar a leitura a sensação que tive foi que eu dei voltas e mais voltas e não cheguei a lugar nenhum. Literalmente! A história passa pela França, EUA, Brasil e Japão. E termina em nada. Nada se resolve e nada é explicado, não dá nem um estímulo para uma possível continuação, porque eu não tenho esperanças por uma história legal. Enfim, eu não gostei.
Obs: Não estranhem o fato de aparecer o nome Elise Allen ali no começo do post. O nome em destaque no livro é a Hilary Duff, mas foi escrito em conjunto com Elise. Essa informação está dentro do livro.





Cidade das Cinzas
Anna e o Beijo Francês
O Herói Perdido





