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Louco aos poucos por Libba Bray

Post por: | Em: Resenhas
23/03/2011

Louco aos poucos da autora Libba Bray

Cameron Smith tem 16 anos e foi diagnosticado com a chamada “doença da vaca louca”. Ele vai morrer. Um encontro com Dulcie, uma garota-anja-punk, o convence a partir em busca da cura. De quebra, ele terá apenas de salvar o mundo. Como ajudantes, terá Gonzo, um garoto anão neurótico, e Balder, um deus viking aprisionado no corpo de um gnomo de jardim. Junte-se a eles numa viagem repleta de questões profundas – e rasas também – que mostram que a vida não passa de uma jornada psicodélica que vale a pena.

Louco aos poucos foi um livro que eu gostaria muito de ter amado. É aquele livro que eu penso: “Por que eu não gostei desse livro?”. Infelizmente não deu, não combinou comigo, não foi meu tipo de leitura. Não fechou. Mas explicarei para vocês os motivos.

O livro é narrado por Cameron Smith, um garoto que depois de alguns sintomas, foi diagnosticado com a Doença da Vaca Louca. Desde o começo já percebemos que Cameron é meio revoltado com a vida e com as pessoas. Ele tem a filosofia de que quando não há expectativas, não há decepções. O que eu considero uma verdade. Mas de acordo com esse pensamento que ele tem, sua vida se resume a nunca se comprometer com nada. Um verdadeiro marasmo de reclamar das pessoas, e ver o que elas têm de pior.

Pelo começo do livro já é possível notar o ritmo que ele vai tomar. Uma verdadeira loucura a cada capítulo. Isso tudo porque após o diagnóstico da doença, Cameron é internado e recebe uma visita um tanto estranha de uma figura que ele acaba achando que é alucinação. Uma anja para lá de maluca que o convida para uma missão, nessa missão ele tem a oportunidade de salvar o mundo e encontrar a cura para a sua doença. E daí pra frente é uma verdadeira confusão. Acontece de tudo! Acontece muita coisa! E na minha opinião isso foi o ponto fraco do livro. Muita coisa que não podemos nos concentrar, e essa confusão acaba se tornando muito cansativa. O que prejudica ainda mais é a quantidade de páginas do livro, ou seja, vários assuntos que foram jogados ali e você nunca vê no que isso vai terminar.

Eu penso que se a autora Libba Bray pensasse em selecionar apenas alguns dos fatos do livro e desenvolvido os mesmos de uma forma melhor, seria mais vantajoso. Onde ficasse mais claro e que ao terminarmos de ler fosse constatado algum sentido em tudo que o Cameron passou. O livro é divertido em alguns casos, exatamente se formos analisar em fatos isolados, mas tudo junto é cansativo.

O que aumentou minha frustração foi encontrar diversos erros de digitação no livro. Alguns acabam passando é claro, mas na quantidade que foi encontrado me deixou ainda mais desanimada. Enviarei para editora os erros que encontrei para quem sabe em outras edições haver a correção. Outra coisa nessa parte mais técnica que eu não gostei muito foi na tradução. Onde houve a utilização do termo “guri” ou “guris”. Acredito que não seja um termo comum em todo país, e sim mais usado aqui no sul. E eu que sou do sul acabei estranhando a utilização em um livro.

Por outro lado a capa ficou incrível! É a melhor capa para o livro que encontrei até agora. Tem tudo a ver, e trás a relação com “vaca” de uma forma sutil. A iD tem esse diferencial. Adoro a maioria das capas da editora, e a diagramação e cuidado com que eles têm com a arte são muito bons.

Por fim foram pequenos fatores que juntos me fizeram não gostar. Fiquei muito triste de não ter gostado. Ao terminar de lê-lo tive que esperar alguns dias para absorver a história e decidir o que eu achei de uma forma concreta.

Louco aos poucos por Libba Bray

 

Louco aos poucos foi um livro que eu gostaria muito de ter amado. É aquele livro que eu penso: “Por que eu não gostei desse livro?”. Infelizmente não deu, não combinou comigo, não foi meu tipo de leitura. Não fechou. Mas explicarei para vocês os motivos.

O livro é narrado por Cameron Smith, um garoto que depois de alguns sintomas, foi diagnosticado com a Doença da Vaca Louca. Desde o começo já percebemos que Cameron é meio revoltado com a vida e com as pessoas. Ele tem a filosofia de que quando não há expectativas, não há decepções. O que eu considero uma verdade. Mas de acordo com esse pensamento que ele tem, sua vida se resume a nunca se comprometer com nada. Um verdadeiro marasmo de reclamar das pessoas, e ver o que elas têm de pior.

Pelo começo do livro já é possível notar o ritmo que ele vai tomar. Uma verdadeira loucura a cada capítulo. Isso tudo porque após o diagnóstico da doença, Cameron é internado e recebe uma visita um tanto estranha de uma figura que ele acaba achando que é alucinação. Uma anja para lá de maluca que o convida para uma missão, nessa missão ele tem a oportunidade de salvar o mundo e encontrar a cura para a sua doença. E daí pra frente é uma verdadeira confusão. Acontece de tudo! Acontece muita coisa! E na minha opinião isso foi o ponto fraco do livro. Muita coisa que não podemos nos concentrar, e essa confusão acaba se tornando muito cansativa. O que prejudica ainda mais é a quantidade de páginas do livro, ou seja, vários assuntos que foram jogados ali e você nunca vê no que isso vai terminar.

Eu penso que se a autora Libba Bray pensasse em selecionar apenas alguns dos fatos do livro e desenvolvido os mesmos de uma forma melhor, seria mais vantajoso. Onde ficasse mais claro e que ao terminarmos de ler fosse constatado algum sentido em tudo que o Cameron passou. O livro é divertido em alguns casos, exatamente se formos analisar em fatos isolados, mas tudo junto é cansativo.

O que aumentou minha frustração foi encontrar diversos erros de digitação no livro. Alguns acabam passando é claro, mas na quantidade que foi encontrado me deixou ainda mais desanimada. Enviarei para editora os erros que encontrei para quem sabe em outras edições haver a correção. Outra coisa nessa parte mais técnica que eu não gostei muito foi na tradução. Onde houve a utilização do termo “guri” ou “guris”. Acredito que não seja um termo comum em todo país, e sim mais usado aqui no sul. E eu que sou do sul acabei estranhando a utilização em um livro.

Por outro lado a capa ficou incrível! É a melhor capa para o livro que encontrei até agora. Tem tudo a ver, e trás a relação com “vaca” de uma forma sutil. A iD tem esse diferencial. Adoro a maioria das capas da editora, e a diagramação e cuidado com que eles têm com a arte são muito bons.

Por fim foram pequenos fatores que juntos me fizeram não gostar. Fiquei muito triste de não ter gostado. Ao terminar de lê-lo tive que esperar alguns dias para absorver a história e decidir o que eu achei de uma forma concreta.

 

 

 

21 Comentários para “ Louco aos poucos por Libba Bray ” | Deixe um comentário »

  • mar 23, 2011 @ 00:53

    Descobri que sou “do contra”. Quando li a sinopse do livro fiz cara feia….ja vi ele suuuper baratinho por aí, mas nunca tive vontade de ler. Mas a resenha me fez ficar curiosa (axo que estou começando a combinar com o título do livro).
    Talvez eu até goste do livro, ja que não tenho nenhuma grande expectativa…mas axei diferente a história…
    Quem sabe um dia eu vejo ele com um precinho camarada e dou uma chance… se eu não gostar, vc avisou hehe

    Ah, não é o primeiro livro da id com erros de digitação. Monster High ficou bem cruel nessa parte =/ tem até nomes trocados.

    Quantos as capas, são sempre muito bonitas.

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  • A. Déborah
    mar 23, 2011 @ 00:58

    Sua resenha me desestimulou um pouco em relação a esse livro, mas continuo querendo muito ler ele. Eu achei o primeiro capítulo dele tão engraçado que estou ansiosa para saber se o resto também é.

    [Responder]

  • jessica
    mar 23, 2011 @ 06:13

    Gostei do livro quando vc o recebeu! Ele tá baratinho mas perece ser grande e estou com uma lista de livros pra ler aqui em casa!!
    Curiosa acho que não vou consegui resisti por mto tempo o desejo de ler esse livro!! uhsuaus
    Bjinhos

    [Responder]

  • mar 23, 2011 @ 06:17

    Vi este livro, numa livraria aqui e fiquei com uma vontade enorme de comprar. Mas, optei pelo segundo livro de uma série. Após ler sua resenha, vi que tem ‘pontos fracos’, como citou. Também fiquei ‘triste’, ao saber dos erros de digitação. Pois se aprendemos com um livro, devemos ter a leitura correta, o que não há no livro, concorda?
    Beijinhos!

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  • mar 23, 2011 @ 08:10

    Ahhhh, Queria tanto …. agora já não sei…!!!

    Beijos…

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  • Emanuella Duarte
    mar 23, 2011 @ 09:01

    Ai, Pâm… sou louca pra ler esse livro… aí vem você e faz isso! É uma droga, porque eu confio muito na sua opinião…
    Beijos…

    [Responder]

  • Thais Ortega
    mar 23, 2011 @ 09:04

    Ah, que pena. Odeio quando isso acontece, mas gosto é gosto, né?
    Eu ainda estou em dúvida quanto a este livro. Se fosse apenas pela capa, já teria comprado!
    Vi duas resenhas até agora: a sua + ou – negativa e uma muito positiva.
    Algo me diz que este livro é daquele tipo “ame ou odeie”. Então vou ter que ler pra tirar minhas conclusões.

    Adoro resenhas honestas!

    @thaorteg

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  • Monique Melo
    mar 23, 2011 @ 09:09

    Oi Pam. Eu fiquei triste agora. Sou louca pra ler este livro e agora estou com pé atrás. A sinopse me chama muito atenção, mas não sabia que tinha tantos acontecimentos assim. Ainda quero lê-lo, mas vou esperar o preço baixar… Beijos

    [Responder]

  • mar 23, 2011 @ 09:25

    Bom saber que não é bom como esperava. E não vai entrar na minha listinha de desejados.
    Ufa menos um.

    Beijocas

    Vivi
    Filmes, livros e séries

    [Responder]

  • mar 23, 2011 @ 09:50

    Desde que li a sinopse do livro pela primeira vez, fui ficando “louco aos poucos” de vontade lê-lo.
    Apesar da resenha apontar algumas falhas, espero ter a oportunidade de conhecer Libba Bray.

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  • mar 23, 2011 @ 11:45

    Ah, que pena que não gostou! Mas, pelo que você disse, eu também não vou gostar não. Esse é um livro que eu compraria pela capa… Mas quando eu vi o tamanho, fiquei pensando: “será que tem tanto assunto assim?” e pelo que pude notar, colocaram coisa demais, e que não se harmonizam… o/ Eu até quero comprar ainda, porque quero ver o que eu acho.. mas provavelmente não vou gostar. É como o personagem disse: “quando não há expectativas, não há decepções” :)

    Beijinhos
    Camila Candomil
    Seleção Literária
    http://www.selecaoliteraria.blogspot.com

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  • Taisa
    mar 23, 2011 @ 11:54

    Quando vi só 2 estrelinha na classificação que vc deu p o livro eu quase não acreditei, só tinha ouvido criticas positivas sobre o livro. Mas agors lendo toda a resenha consigo entender completamente sua “frustração”, é um saco mesmo qdo a autora quer fazer uma coisa super dinamica e acaba ficando mais lento do emocionante.
    Bom, eu dei uma brochadinha basica, mas mesmo assim vou ler, agora ja que eu sei dos pontos negativos,vou sem mta expectativa!!
    Super Bju.
    =]

    [Responder]

  • mar 23, 2011 @ 11:57

    Já li algumas sinopses e resenhas desse livro e me levaram a crer que ele é bom. Que é daquele tipo de livro fodástico hehehe, mas agora vc me traumatizou. Tô com medo de não gostar. Destesto ler livro desconfiada… Parece que leio com o nariz torcido, rsrs. Mas vou tentar colocar ele na minha booklist depois.

    Bjinhos!

    [Responder]

  • mar 23, 2011 @ 12:56

    Que pena que você não gostou muito! Eu fiquei apaixonada pela capa desde a primeira vez que vi e estou super ansiosa pra ler. Claro que essa confusão de acontecimentos me deixou um pouco desanimada, mas ainda quero ler! \o/

    Beeijo! ;3

    [Responder]

  • *Jam*
    mar 23, 2011 @ 13:06

    Que pena, parecia tão legal… =(

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  • mar 23, 2011 @ 19:57

    nunca tive muita vontade ler este livro e agora com esta resenha, vixii.
    rsrs
    ah eu sou aqui do nordeste e uso Guri e guria. Mas só na net. Acho que peguei isso de uma blogueira gaúcha.
    rsrsrs

    [Responder]

  • Adélia Moretti
    mar 23, 2011 @ 20:04

    Olá!
    Que pena que o livro não é bom. A capa dele é muito bonita, a ID tem uma diagramação linda, os livros parecem que são ótimos só olhando a capa. Mas como tenho vários livros pra ler, nem vou ler esse por curiosidade.
    Ótima resenha!
    Bjao

    [Responder]

  • mar 24, 2011 @ 15:08

    Apesar da sinopse super estranha do livro, estilo “WTF?”, ainda tinha esperanças de que ele fosse bom.
    Não pelo livro em especial, não… Não pelo título nem pela capa, mas pela autora, a Libba Bray, que também escreveu a série Gemma Doyle que eu adoro de paixão…
    Com a sua resenha, minhas expectativas foram totalmente frustradas, você disse quase tudo que eu esperava ouvir sobre o livro. Que é confuso, uma bagunça e tudo mais…
    Uma pena ;~

    Beijos,
    Ana

    [Responder]

  • mar 24, 2011 @ 20:13

    Pam, a resenha ficou muito boa! Só não sei oq faço pra ler ele agora auhauha

    [Responder]

  • mar 25, 2011 @ 11:49

    Eu estou louca pra ler esse livro. Espero que não ocorra comigo o mesmo que ocorreu contigo. Tenho expectativas bem boas em relação a ele…

    Ainda não consegui comprar e não vi nenhuma promoção dele por aí.

    [Responder]

  • Maysa Gois
    mar 28, 2011 @ 20:47

    Ai Pam, o pior é que você não é a primeira pessoa que me fala dessas coisas sobre esse livro. Eu até estava mais animada a voltar a ler livros e recomeçar com ele, mas acho que vou ficar com I’m number Four.
    Beijos Pam

    [Responder]

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