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Chama Negra por Alyson Noël

Post por: | Em: Resenhas
05/05/2011

Chama Negra (Os Imortais #4) da autora Alyson Noël

ISBN: 9788580570120
Editora: Intrínseca
Ano de publicação: 2011
Páginas: 248
Classificação: 3/5
Outros livros da série: Para sempre, Lua Azul, Terra de Sombras
Onde comprar:
Submarino, Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Book Depository, Compare os preços!

Atenção: este post contém spoilers dos três primeiros livros da série. Confira as resenhas dos anteriores caso ainda não tenha lido.

Enquanto tenta ajudar Haven na transição para a vida imortal e libertar Damen do feitiço que não a permite tocar nele, Ever se aprofunda mais e mais nos mistérios da magia negra. O feitiço, porém, vira contra a feiticeira, e ela se vê presa a seu maior inimigo: Roman. A força estranha e poderosa que toma conta de seu corpo impede que Ever consiga parar de pensar nele e de desejá-lo. Ela quer resistir à atração incontrolável que a está consumindo. Ele quer se aproveitar desse momento de fraqueza. A ponto de se render, Ever procura a ajuda de Jude, arriscando tudo e todos para salvar a própria vida e seu futuro com Damen…

A maioria dos leitores do blog aposto que parou de ler no título. Ai está uma saga de muito amor e ódio. Ultimamente está mais para ódio que amor, mas enfim. Eu já disse que por mais que me que seja frustrante, eu quero ler a série. E foi por isso que recebi Chama Negra da Editora Intrínseca e fiquei muito feliz que o livro não foi pior que Terra de Sombras!

O livro não foi pior, mas também não foi o melhor da série, que em minha opinião continua sendo Lua Azul. Mas vamos dizer que o livro deixa um gostinho de quero saber o que acontece no próximo capítulo o tempo todo. A Alyson desenvolveu alguma técnica de despertar curiosidade ao longo dos livros, porque esse não foi apenas no final, mas sim durante o livro inteiro.

Quando iniciei a leitura de Chama Negra pensei que seria mais um lenga-lenga da Ever imatura e Damen insignificante como protagonista. Ainda bem que me enganei! Pela primeira vez vemos uma evolução de personalidade da Ever, que parece aprender com seus erros – que continuam sendo muitos – e quem estraga tudo dessa vez não é ela.  Sim meus caros leitores, as coisas se tornam ainda piores para Ever e Damen, o que me faz nutrir um desejo enorme para que esses dois não terminem juntos no final. Porque “ô” coisa irritante. O Damen é um dos caras mais sem personalidade da história dos livros, ele simplesmente não tem nenhuma atitude. Tirando Para Sempre que ele tenta conquistar a Ever, e Lua Azul que chega Roman e zoa tudo, ele é um rapaz totalmente sem personalidade. Ele sempre perdoa todas as burradas da Ever, atura seus surtos e a recebe de braços abertos depois de tantas mentiras! Como pode isso? Os que salvam são Roman e Jude, e olha que o Jude tá se tornando um Damen 2 – O Retorno, hein.

O destaque desse livro foi para Haven que vai se tornar uma segunda Drina em matéria de vingança, o que promete agitar os próximos livros. Aliás, essa é uma série que a Alyson quer que seja com muitos livros, mais oi? Não tem história pra tando! Por isso que a maioria da pessoas desiste! Mas vamos lá, quero ver onde tudo isso vai dar.

Promoção “Eu sou o número quatro”

Post por: | Em: Promoções
31/03/2011

Para você que ficou com vontade de ler o livro depois da resenha (a maior já escrita aqui no blog!), chegou uma ótima oportunidade de você ganhar um exemplar! Em parceria com a Editora Intrínseca, o Garota It vai sortear um exemplar de Eu sou o número quatro.

Regras

  • Ser seguidor do blog pelo Google Friend Connect (“Leitores” na sidebar)
  • Possuir um endereço de entrega no Brasil.
  • Preencher o formulário até o dia 20 de abril de 2011.

Chances extras
Para as pessoas que querem mais chances de ganhar podem divulgar a promoção uma vez por dia no twitter. Siga @garotait e @intrinseca e tweet a seguinte frase:

Eu quero ser o número quatro com ajuda da @garotait e @intrinseca http://migre.me/49TOs

Eu sou o número quatro por Pittacus Lore

Post por: | Em: Resenhas
30/03/2011

Eu sou o número quatro (Os Legados de Lorien) por Pittacus Lore

Nove bebês aliens estão se escondendo entre os seres humanos, eles fugiram de seu planeta natal, Lorien, para se esconder na Terra. Uma espécie invasora, os Mogadorians, destruíram seu planeta, e seguiram eles a Terra para caçá-los. Cada um dos nove aliens é dado a um tutor para desenvolver seus poderes sobre-humanos enquanto se tornam adultos e lhes são atribuídos números. Estas últimas crianças de Lorien só pode ser mortas na sequência de seus números.

Mais uma ficção-científica para a lista de livros do gênero lançados nos últimos meses. Ainda bem que o campo é bem amplo, e ao contrário de livros de fantasia específicos como vampiros, anjos, zumbis… Os livros lançados nessa categoria são bastante diferentes, quanto têm coisas em comum tomam rumos diferentes ao longo da história.

Eu sou o número quatro envolve tecnologia avançada e evolução, com a presença de alienígenas na Terra. Seres que vieram de um planeta desconhecido pelos cientistas, chamado Lorien. Lorien é um lugar avançadíssimo, já chegaram a um ponto muito a frente do que é conhecido aqui. Muito da evolução da Terra foi obtida com a ajuda de lorianos. Desde a Idade da Pedra, até hoje, há auxílio dos alienígenas para que as coisas sejam percebidas pelos cientistas daqui e de alguma forma evoluam.

Infelizmente Lorien passa por um momento muito delicado, há dez anos o país foi invadido pelos mogadorianos. Uma raça de outro planeta, que só pensa em consumir os recursos de outros lugares. Dizimaram os habitantes de Lorien, e sugaram todos os recursos que podiam. Uma destruição em massa, e apenas 9 Gardes e seus Cêpans (Guardiões e mentores) foram salvos e enviados para Terra. Os Gardes possuem legados – poderes especiais. Nem todos os lorianos possuem esses poderes, e os que não possuem são os Cêpans.

Na Terra eles ainda precisam lutar pela sobrevivência. Todos os Gardes foram separados e enumerados.  Graças a um feitiço eles só podem morrer caso sejam mortos na ordem de seus números. Isso, infelizmente, só funciona se eles estiveram separados. Enquanto eles estiverem juntos podem ser mortos fora de ordem. A cada morte os Gardes que sobraram recebem uma marca e sabem que mais um foi morto.

John Smith (o atual nome dele) fugiu mais uma vez após a morte do número três. Henri, seu Cêpan, já providenciou seu próximo destino e dessa vez é bastante afastado: Paradise, Ohio. Essas diversas mudanças são necessárias para despistarem os mogadorianos, já que eles estão na Terra para dizimarem os que restaram. Eles – os magadorianos- precisam executá-los o mais rápido possível, antes que os Legados dos Gardes se desenvolvam.

John já recebeu três marcadas. O Número Um foi morto na Malásia, o Número Dois assassinado na Inglaterra, o Número Três perseguido e capturado no Quênia, e ele é o Número Quatro, o próximo que eles virão atrás.

Desculpem-me a descrição tão grande da história, mas eu precisava fazer essa introdução antes de falar sobre como foi a leitura.

Eu esperava há muito tempo o lançamento do livro no Brasil. Quando soube do filme fiquei ainda mais ansiosa. Eu sou o número quatro é alvo de muitos elogios nos blogs internacionais e eu tinha muitas expectativas. Quando o livro chegou ao país e que começaram a pipocar algumas resenhas eu fui desanimando. Algumas um pouco decepcionadas e outras muito negativas. Imagina o meu desânimo pelo livro ter esse recebimento no Brasil? Fiquei me perguntando qual o motivo dá disparidade tão grande de opiniões. Ainda bem que eu não senti o mesmo, eu adorei o livro!

Quando o recebi fiquei tão animada e queria terminar logo o livro que estava lendo para começar a aproveitar a leitura de Eu sou o número quatro e não me decepcionei! A história tem um potencial enorme e esse primeiro livro fez o seu papel.

Para os que não se aventuravam pelos livros de ficção-científica esse é um ótimo livro pelo qual começar. Tem romance, ação e introduz a esse mundo tão fantástico que são os livros desse gênero.

O livro é narrado em primeira pessoa e no presente! Sim, no presente. Para quem não lembra Wake é narrado no presente. Mas para aqueles que não gostaram da narrativa de Wake, fica a dica que Eu sou o número quatro é bem diferente. Não segue o mesmo estilo simples de narrativa da Lisa McMann. E sim, discorre como um livro normal narrado no tempo que estamos acostumados.

Alguns personagens parecem ser completamente dispensáveis, mas curiosamente todos tem seu papel na “batalha final”. Todos os importantes e mais presentes precisam estar lá no final. Você para e pensa, caramba pra que colocar isso? Mas quando você termina de ler, vê que ele tinha um papel, mesmo que pequeno, mas importante para o final. Não vou falar mais especificamente de cada um para não dar nenhum spoiler.

As cenas de ação são I-N-C-R-Í-V-E-I-S. O autor tem uma habilidade enorme para essas cenas, mas fica a dica para quem for ler: leia com atenção ou senão você se perde na quantidade de coisas que acontecem. Essas cenas são extremamente favoráveis para a adaptação, estou esperando muito para conferir como ficou a versão no cinema.

As passagens no colégio são totalmente dispensáveis, as aulas, o negócio de time de futebol…, enfim, por mim não existiria. Acredito que a história poderia ser bem melhor e cinco estrelas se cortassem essas cenas e explorassem a vivência deles e a história de Lorien.

Uma curiosidade bem bacana para quem prestou atenção na descrição do autor na orelha do livro: Pittacus Lore (pseudônimo do autor) está presente no livro e é citado. Ele é tratado como um dos anciãos de Lorien e acredito que terá alguma importância nos próximos livros. Eu achei esse detalhe muito legal! O ruim é a identidade do autor ficar meio escondida, mas nada que uma pesquisada no Google não resolva. Pittacus Lore é o pseudônimo usado por James Frey e Jobie Hughes (colaborador na escrita do livro, fonte).

Acho que já falei um pouco demais. Mas fica uma dica muito boa de livro, eu super recomendo e estou ansiosíssima pela estreia do filme dia 15 de abril.

Como quebrar a maldição de um dragão por Cressida Cowell

Post por: | Em: Resenhas
29/03/2011

Como quebrar a maldição de um dragão da autora Cressida Cowell

Será que Soluço vai encontrar o antídoto para a picada da Vorpente Venenosa e ainda por cima derrotar o assustador Garra da Destruição? E ele conseguirá vencer o perigoso machado de Norberto, o Demente, para mais uma vez ser o herói da história?

Eu já resenhei no blog alguns livros dessa série, e já falei várias vezes sobre a diversão que são os escritos de Soluço Spantosicus Strondus III são para mim. Não são aqueles livros que você quer muito saber o que acontece, ou você fica ansioso pra ler o próximo capítulo. É uma diversão à parte, que você lê para passar o tempo e se distrair.  Além disso, justifica o público para o qual ele é destinado: as crianças. Mas eu como boa “criança grande” adoro.

A leitura dos livros da Cressida Cowell é super leve e tranquila. Ela utiliza uma forma divertida para contar as histórias de Soluço, que se fomos analisar é uma grande tragédia a cada livro.

No quarto livro da série Soluço precisa encontrar a cura para a picada de Vorpente Venenosa. Tudo indica que seu amigo Perna-de-peixe está condenado a morrer, caso a cura necessária não seja encontrada. Além disso, ele lutará contra o Garra da Destruição. Como sempre, coisas totalmente improváveis de serem concluídas por ele, mas a graça da história é descobrir como ele vai conseguir.

Neste livro a moral discutida é até onde se vai para ajudar um amigo. Soluço precisará lutar com grandes inimigos, indo inclusive contra o que seu pai diz, para salvar Perna-de-peixe. Para as crianças isso terá um grande valor por trás da história divertida.

Os desenhos engraçadíssimos já são de praxe, e adoro ficar olhando-os dentro do contexto da história.

Só não dou uma nota tão alta exatamente por não ser must read, acredito que o público é outro, eu acho divertido, mas como vocês sabem é infantil, ok? Acho legal ter a coleção já que os livros são baratinhos, além de ser um ótimo presente para as crianças!